Confira e última programação: 06 de Dezembro: Novas Produções Nacionais!!!
03/12/2009 at 6:04 pm 1 comentário
‘’RETINA’’
Margaridas Dança – DF
Direção, Coreografia e Roteiro: Laura Virginia Elenco Margaridas Dança: Andréia Tang, Cleani Marques, Janaína Bizinoto, Júlio César Campos, Laura Virgínia e Sérgio Marabocaiala.
Convidados: Adirson de Vasconcelos Junior, Ary Coelho, Alexandre Nas, Camillo Vacalebre, Édi Oliveira, Fabiana Garcez, Janaína André, Kênya Sampaio, Micheline Santiago e Soraia Silva.

Release:Cidade de Brasília, passeio público que corta todas as quadras quatrocentos da AsaNorte. Um homem comum, leitor do mundo, distorce, vê sem nitidez, percebeconfusamente, após um sonho com uma mulher/desenho. Seu mundo se desorganiza eorganiza, conforme a dança revelada, criando uma dinâmica de decifração. A açãode ver passa a ser a porta de acesso para universos múltiplos, como diriaJLBorges: “Ler é uma arte da distância e da escala.” Retina quer estabeleceruma analogia entre o olhar e a intimidade e os dançarinos são como fragmentosde sensações e de memórias.
envelhecendo
quero olhar tudo de perto
de perto do coração
LauraVirgínia
“Par-K”
Cia. Flux de Dança.- MG
Direção geral : Gustavo Arantes e direção coreográfica: Andréa Anhaia
Bailarinos: Carlos Passos e Cleuciane Ferreira.
Fundada em março de 2005 na cidade de Ipatinga, Minas Gerais, a Flux Cia. de Dança comera em 2010 cinco anos de muito trabalho. Na atualidade, a Cia. se apresenta enquanto uma entidade comprometida pelo desenvolvimento sócio-cultural da região do Vale do Aço. Para tanto, segue em busca de atividades cada dia mais centradas no progresso qualitativo da comunidade onde atua.
Por meio de projetos já conhecidos pelo público local como o “Mercado Livre na Dança”, “Corpografias – residência artística (nacional e internacional)”, “Contato_Conjunto_Coletivo” e o “Lonadelonga – Arte e Comunidade”, a Cia. tem possibilitado a visibilidade e o fortalecimento das atividades cultuais do interior mineiro por meio da promoção de oficinas, criação e mostra de vídeo-arte e vídeo-dança, workshops, palestras e seminários, montagem e circulação de espetáculos, intercâmbios culturais nacionais e internacionais e o intercâmbio entre as Cias. de dança contemporânea da região.
Com uma sede em pleno funcionamento, situada no bairro Bethânia em Ipatinga, a Cia. desenvolve em parceria com associações locais, atividades e oficinas culturais gratuitas voltadas para jovens da comunidade. Mais de 600 jovens já participaram das oficinas de teatro, jazz, balé, capoeira e dança contemporânea, desenvolvidas no Flux Espaço Cultural.
“ENTRE A QUEDA E O VOO , A POSSIBILIDADE DO RISCO’’Luis Eduardo Cotrim e Priscilla Vilas-boas – SP
Criadora-intérprete: Priscilla Vilas-boas
Direção, imagem e edição: Luis Eduardo Cotrim
Grupo de investigação estética dança e vídeo Dança na Manga
Priscilla Vilas Boas graduou-se em Dança pela UNICAMP em 2001. Iniciou paralelamente sua carreira artística e como artista professora no mesmo ano. Entre 2002 e 2008 integrou a Cia e Dança Tugudum (Campinas), dirigindo e atuando em várias montagens, com destaque para: “A Bola e a Boneca”, espetáculo de dança contemporânea infantil apresentado em várias unidades do Sesc do Estado de São Paulo entre 2002 e 2005; “O que é que te mantém em pé?”, selecionado para a Primeira Mostra de Dança Contemporânea do Sesc de Campinas em 2005, e, em 2007 foi contemplada pelo Projeto de Incentivo à Cultura da Caixa Econômica Federal de Brasília (edital de ocupação de espaço) com o projeto “Roda-Girando diálogos de dança. O trabalho “Entre a queda e o vôo, a possibilidade do risco” de 2009 foi selecionado para a Mostra Primeiro Passo realizada pelo Sesc Pompéia em parceria com Helena Katz; contemplado pelo edital da Funarte de 2009 com o prêmio Klauss Vianna; Selecionado para o Festival Internacional de Videodança do Uruguai. (FIVU); Selecionado para a III Mostra Internacional de Videodança de São Carlos
Atua como artista- professora na Escola de Iniciação Artística de São Paulo desde 2006, onde realiza pesquisas metodológicas sobre a relação da criança com a arte contemporânea e a integração das linguagens como prática artística e docente na contemporaneidade.
Luiz Eduardo Cotrim graduou-se em Comunicação Social pela PUC. Já na faculdade percebeu seu interesse por vídeodocumentários. Interesse este que culminou na realização do vídeodocumentário em que acompanhou o cotidiano de pescadores de uma aldeia no litoral de São Paulo, “Bem-vindo à Picinguaba”, como trabalho de conclusão de curso. A partir daí, este vídeo foi reeditado e selecionado para apresentação em vários festivais do país. Simultaneamente, Luiz Eduardo realizou a documentação dos espetáculos do projeto “Roda girando- Diálogos de Dança”, contemplado pelo Projeto de Ocupação de Espaços da Caixa Cultural, o que despertou seu interesse pela filmagem da dança não apenas de forma documental, mas o instigou a pesquisar as possibilidades de convergência entre estas linguagens artísticas. Em 2009, foi um dos finalistas da seleção História de Cinema, promovido pelo Itaú Cultural, além de criar com Priscilla Vilas Boas o videodança “Entre a queda e o vôo, a possibilidade do risco”, selecionado para a Mostra Primeiro Passo realizada pelo Sesc Pompéia em parceria com Helena Katz; contemplado pelo edital da Funarte de 2009 com o prêmio Klauss Vianna; Selecionado para o Festival Internacional de Videodança do Uruguai. (FIVU); Selecionado para a III Mostra Internacional de Videodança de São Carlos. Luiz Eduardo atuou como cinegrafista no Brasil do documentário “Tom Zé Astronauta Libertado”, dirigido por Ígor Iglesias. Prêmio de Público como Melhor Documentário em Longa-Metragem Estrangeiro na 33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – 2009.
Experimento1: Tá Tá Tá Tô Tô [Errata: nome do trabalho divulgado no flyer eletrônico está incorreto.]
Andrea Mendonça e Ilana Elkis– SP
Concepção: Andrea Mendonça e Ilana Elkis
Interpretação: Ilana Elkis
Imagem: Andrea Mendonça
Edição: Andrea Mendonça e Ilana Elkis
Este vídeo é o resultado de um estudo informal sobre a linguagem da videodança com objetivo de experimentar os possíveis diálogos entre a linguagem cinematográfica, a linguagem da videoarte e a dança. Gravado em uma localização abandonada no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, onde tivemos como mote de pesquisa a união o entre o corpo que dança e o corpo que capta a imagem. O corpo sensível que interage com as texturas de um ambiente, de uma arquitetura.
Sinopse: Um ambiente que remete as ruínas, os destroços de uma guerra. O concreto, o áspero, o azedo e o sensível, entre as angústias de uma pessoa que ainda vive.
Andrea Mendonça: Videomaker formada em Comunicação Social com especialização em Cinema. Diretora e Editora dos curtas-metragens Artistas Reunidos e O Meu Olhar, exibidos em diversos festivais de cinema no Brasil, Japão e países da Europa. Estudante de graduação em Dança, na Universidade Anhembi Morumbi, pesquisa a interação do cinema com a dança, sendo Experimento 1:TÁ TÁ TÁ TÔ TÔ sua primeira videodança.
Ilana Elkis Intpérprete-criadora e professora de dança contemporânea, formada pela Universidade Anhembi Morumbi. Concebeu, criou e interpretou o trabalho “Restricto” que foi contemplado pelo evento Primeiro Passo do Sesc Pompéia. Atualmente também pesquisa a interação do video com a dança, sendo Experimento 1:Tá Tá Tá Tô Tô sua primeira videodança.
Serão exibidos Videodanças produzidos no Workshop “Videodança e Mídias Democráticas’’.
A programação esta sujeita a mudanças.
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1.
talma | 23/12/2009 às 5:23 pm
E estes videos nao estao disponiveis pra que a gente assista na internet????