Confira e última programação: 06 de Dezembro: Novas Produções Nacionais!!!

‘’RETINA’’
Margaridas Dança – DF
Direção, Coreografia e Roteiro: Laura Virginia Elenco Margaridas Dança: Andréia Tang, Cleani Marques, Janaína Bizinoto, Júlio César Campos, Laura Virgínia e Sérgio Marabocaiala.
Convidados: Adirson de Vasconcelos Junior, Ary Coelho, Alexandre Nas, Camillo Vacalebre, Édi Oliveira, Fabiana Garcez, Janaína André, Kênya Sampaio, Micheline Santiago e Soraia Silva.

Release:Cidade de Brasília, passeio público que corta todas as quadras quatrocentos da AsaNorte. Um homem comum, leitor do mundo, distorce, vê sem nitidez, percebeconfusamente, após um sonho com uma mulher/desenho. Seu mundo se desorganiza eorganiza, conforme a dança revelada, criando uma dinâmica de decifração. A açãode ver passa a ser a porta de acesso para universos múltiplos, como diriaJLBorges: “Ler é uma arte da distância e da escala.” Retina quer estabeleceruma analogia entre o olhar e a intimidade e os dançarinos são como fragmentosde sensações e de memórias.

envelhecendo

quero olhar tudo de perto

de perto do coração

LauraVirgínia

“Par-K”
Cia. Flux de Dança.- MG
Direção geral : Gustavo Arantes e direção coreográfica: Andréa Anhaia
Bailarinos: Carlos Passos e Cleuciane Ferreira.

Fundada em março de 2005 na cidade de Ipatinga, Minas Gerais, a Flux Cia. de Dança comera em 2010 cinco anos de muito trabalho. Na atualidade, a Cia. se apresenta enquanto uma entidade comprometida pelo desenvolvimento sócio-cultural da região do Vale do Aço. Para tanto, segue em busca de atividades cada dia mais centradas no progresso qualitativo da comunidade onde atua.
Por meio de projetos já conhecidos pelo público local como o “Mercado Livre na Dança”, “Corpografias – residência artística (nacional e internacional)”, “Contato_Conjunto_Coletivo” e o “Lonadelonga – Arte e Comunidade”, a Cia. tem possibilitado a visibilidade e o fortalecimento das atividades cultuais do interior mineiro por meio da promoção de oficinas, criação e mostra de vídeo-arte e vídeo-dança, workshops, palestras e seminários, montagem e circulação de espetáculos, intercâmbios culturais nacionais e internacionais e o intercâmbio entre as Cias. de dança contemporânea da região.
Com uma sede em pleno funcionamento, situada no bairro Bethânia em Ipatinga, a Cia. desenvolve em parceria com associações locais, atividades e oficinas culturais gratuitas voltadas para jovens da comunidade. Mais de 600 jovens já participaram das oficinas de teatro, jazz, balé, capoeira e dança contemporânea, desenvolvidas no Flux Espaço Cultural.

“ENTRE A QUEDA E O VOO , A POSSIBILIDADE DO RISCO’’Luis Eduardo Cotrim e Priscilla Vilas-boas – SP
Criadora-intérprete: Priscilla Vilas-boas
Direção, imagem e edição: Luis Eduardo Cotrim

Grupo de investigação estética dança e vídeo Dança na Manga
Priscilla Vilas Boas graduou-se em Dança pela UNICAMP em 2001. Iniciou paralelamente sua carreira artística e como artista professora no mesmo ano. Entre 2002 e 2008 integrou a Cia e Dança Tugudum (Campinas), dirigindo e atuando em várias montagens, com destaque para: “A Bola e a Boneca”, espetáculo de dança contemporânea infantil apresentado em várias unidades do Sesc do Estado de São Paulo entre 2002 e 2005; “O que é que te mantém em pé?”, selecionado para a Primeira Mostra de Dança Contemporânea do Sesc de Campinas em 2005, e, em 2007 foi contemplada pelo Projeto de Incentivo à Cultura da Caixa Econômica Federal de Brasília (edital de ocupação de espaço) com o projeto “Roda-Girando diálogos de dança. O trabalho “Entre a queda e o vôo, a possibilidade do risco” de 2009 foi selecionado para a Mostra Primeiro Passo realizada pelo Sesc Pompéia em parceria com Helena Katz; contemplado pelo edital da Funarte de 2009 com o prêmio Klauss Vianna; Selecionado para o Festival Internacional de Videodança do Uruguai. (FIVU); Selecionado para a III Mostra Internacional de Videodança de São Carlos
Atua como artista- professora na Escola de Iniciação Artística de São Paulo desde 2006, onde realiza pesquisas metodológicas sobre a relação da criança com a arte contemporânea e a integração das linguagens como prática artística e docente na contemporaneidade.

Luiz Eduardo Cotrim graduou-se em Comunicação Social pela PUC. Já na faculdade percebeu seu interesse por vídeodocumentários. Interesse este que culminou na realização do vídeodocumentário em que acompanhou o cotidiano de pescadores de uma aldeia no litoral de São Paulo, “Bem-vindo à Picinguaba”, como trabalho de conclusão de curso. A partir daí, este vídeo foi reeditado e selecionado para apresentação em vários festivais do país. Simultaneamente, Luiz Eduardo realizou a documentação dos espetáculos do projeto “Roda girando- Diálogos de Dança”, contemplado pelo Projeto de Ocupação de Espaços da Caixa Cultural, o que despertou seu interesse pela filmagem da dança não apenas de forma documental, mas o instigou a pesquisar as possibilidades de convergência entre estas linguagens artísticas. Em 2009, foi um dos finalistas da seleção História de Cinema, promovido pelo Itaú Cultural, além de criar com Priscilla Vilas Boas o videodança “Entre a queda e o vôo, a possibilidade do risco”, selecionado para a Mostra Primeiro Passo realizada pelo Sesc Pompéia em parceria com Helena Katz; contemplado pelo edital da Funarte de 2009 com o prêmio Klauss Vianna; Selecionado para o Festival Internacional de Videodança do Uruguai. (FIVU); Selecionado para a III Mostra Internacional de Videodança de São Carlos. Luiz Eduardo atuou como cinegrafista no Brasil do documentário “Tom Zé Astronauta Libertado”, dirigido por Ígor Iglesias. Prêmio de Público como Melhor Documentário em Longa-Metragem Estrangeiro na 33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – 2009.

Experimento1: Tá Tá Tá Tô Tô [Errata: nome do trabalho divulgado no flyer eletrônico está incorreto.]
Andrea Mendonça e Ilana Elkis– SP
Concepção: Andrea Mendonça e Ilana Elkis
Interpretação: Ilana Elkis
Imagem: Andrea Mendonça
Edição: Andrea Mendonça e Ilana Elkis

Este vídeo é o resultado de um estudo informal sobre a linguagem da videodança com objetivo de experimentar os possí­veis diálogos entre a linguagem cinematográfica, a linguagem da videoarte e a dança. Gravado em uma localização abandonada no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, onde tivemos como mote de pesquisa a união o entre o corpo que dança e o corpo que capta a imagem. O corpo sensível que interage com as texturas de um ambiente, de uma arquitetura.

Sinopse: Um ambiente que remete as ruí­nas, os destroços de uma guerra. O concreto, o áspero, o azedo e o sensível, entre as angústias de uma pessoa que ainda vive.

Andrea Mendonça: Videomaker formada em Comunicação Social com especialização em Cinema. Diretora e Editora dos curtas-metragens Artistas Reunidos e O Meu Olhar, exibidos em diversos festivais de cinema no Brasil, Japão e países da Europa. Estudante de graduação em Dança, na Universidade Anhembi Morumbi, pesquisa a interação do cinema com a dança, sendo Experimento 1:TÁ TÁ TÁ TÔ TÔ sua primeira videodança.

Ilana Elkis Intpérprete-criadora e professora de dança contemporânea, formada pela Universidade Anhembi Morumbi. Concebeu, criou e interpretou o trabalho “Restricto” que foi contemplado pelo evento Primeiro Passo do Sesc Pompéia. Atualmente também pesquisa a interação do video com a dança, sendo Experimento 1:Tá Tá Tá Tô Tô sua primeira videodança.

Serão exibidos Videodanças produzidos no Workshop “Videodança e Mídias Democráticas’’.

A programação esta sujeita a mudanças.

03/12/2009 at 6:04 pm 1 comentário

Programação Novembro

Diego Mac
“Pas de Corn”
Ano: 2006
Duração: 2 min.
Coreografia: Diego Mac
Direção: Diego Mac

Diego Mac é graduado em Dança (ULBRA/RS), especialista em Poéticas Visuais
(FEEVALE/RS) e mestrando em Poéticas Visuais (Instituto de
Artes-UFRGS/CAPES). Desenvolve pesquisas poético-teóricas em dança, e na
relação desta com a imagem, o som e as novas tecnologias através de
investigações videocoreográficas. É diretor, coreógrafo e bailarino do Grupo
Gaia – Dança Contemporânea; diretor de visualidades e sonoridades da Muovere
Cia. de Dança; e Analista de Mídias Sociais da Compujob Informática.

http://www.grupogaia.art.br

Marcelo Kraiser
“Para Teus Olhos”
Ano: Outubro/2006
Duração: 50 min.
Coreografia: intérpretes
Direção: Marcelo Kraiser

Oscar Malta
“Aminioptico”
Ano: 2002
Duração: 7 min.
Coreografia: intérpretes
Direção: Oscar Malta

Oscar Malta

“Aminioptico”
Ano: 2002
Duração: 7 min.
Coreografia: intérpretes
Direção: Oscar Malta

02/12/2009 at 6:57 pm Deixe um comentário

Programação Outubro

Alex Soares e Gleidson Vigne
“Por Um Momento Perdido”
Ano: 2009
Duração: 7 min.
Coreografia: Antônio Marques e Carolina Antunes
Direção: Alex Soares e Gleidson Vigne

Por um momento perdido

Alex Soares
Nascido em 1981,em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, come-
çou seus estudos de dança aos 11 anos de idade e em 1997 se profissiona-
liza participando da montagem de “O Quebra Nozes”, com a Cisne Ne-
gro Cia. de Dança. Integrou também o elenco do Balé Teatro Guaíra, e
posteriormente o Balé da Cidade de São Paulo , até os dias atuais. Tra-
balhou com diversos coreógrafos dentre eles Luis Arrieta, Ohad Naha-
rin, Mauro Bigonzetti,Suzana Yamauchi, Rami Levi, Oscar Arraiz, Vi-
tor Navarro, Sandro Borelli,Jorge Garcia, Gagik Ismailian, Itzik Galili,
Angelin Preljocaj,Luiz Fernando Bongiovanni,etc.
Como coreógrafo criou em conjunto com Willy Helm através da bolsa
de pesquisa Rede Stagium “Deus lhe pague”para o grupo Falwask, onde
atuou na condição de intérprete também. No ano de 2006 assina seu
primeiro trabalho, ANTIPRISMA , apresentado no Workshop para no-
vos coreógrafos dentro do Espaço Aberto no Balé da Cidade de São Pau-
lo.
Em 2007 criou seu mais recente trabalho intitulado SOLO A DOIS,
apresentado na Galeria Olido no mesmo ano, e em 2008 apresentado
em Curitiba e em São Paulo dentro do Festival ABABTG de novos
coreógrafos.Participou também da Mostra ABCDANÇA realizada pela
Companhia de Dança de Diadema, que percorreu as cidades da região
do ABCD e como convidado abriu o 20º Festival de Dança do Triângu-
lo, em UberlândiaEstudou cinema na Academia Internacional de Cinema – programa
FilmWorks, a fim de adquirir conceitos técnicos e estéticos da linguagem
cinematográfica e também é formado como técnico em Informática In-
dustrial.
Como videomaker gravou trabalhos em vídeo-registro e ReWorks – co-
reografias adaptadas para o vídeo – , para o PULTS Teatro Coreográfico
de Marcelo Bucoff, Cia Artista do Corpo de Paulo Goulart Filho e Di-
nah Perry , Cia Gradisca de Bárbara Eliask, Cia Trupe de Jorge Garcia,
Célia Gouvêa Cia de Dança, Balé da Cidade de Natal e Siameses de
Maurício Oliveira.
Criou videocenário para o espetáculo ¨Embriologia e Arte¨, com direção
do médico Ricardo Ghelman e do bailarino Robson Lourenço, e video-
cenário para o espetáculo infantil “Nahime. o Rio e a Lua”, com direção
de Andrea Thomioka apresentado no Teatro Itália em 2008.
Dirigiu e concebeu a videodança, “Quismera” em colaboração com a
bailarina Paula Zonzini e em 2008 dirigiu a videodança “Entre vírgulas
da concepção ao fim“ em parceria com Luiz Fernando Bongiovanni, que
circulou pelo Brasil através do FESTIVAL DANÇA EM FOCO 2008.


Alex Soares e Luis Fernando Bongiovanni

“Entre Vírgulas Da Concepção Ao Fim”
Ano: 2008
Duração: 19 min.
Coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni
Direção: Alex Soares

Entre Vírgulas

alexsoares21@msn.com

Eliana Carneiro
“Doutora Seemens”
Ano: 2006
Duração: 12 min.
Coreografia: Eliana Carneiro
Direção: Eliana Carneiro

Dra Seemens

DOUTORA SEEMENS
Um vídeo arte dança?
De Eliana Carneiro

Uma entrevista com a extraordinária teórica, ativista e performer da arte do movimento, Doutora Seemens, com cenas de seu cotidiano em sua casa na Argentina.
Suas teses de pós pós e pós doutorado, sempre com um enfoque inovador e interdisciplinar, são fundamentais para o entendimento da organização psicomotora das comunidades de plantadores de abóbora do norte de Katmandu.
De passagem pelo Brasil em 2006, no Simpósio Nacional e Internacional sobre O Pensamento do Corpo, com a temática: O corpo em la dansa, dança? Doutora Seemens fez colocações importantíssimas sobre a organização da linguagem pós contemporânea e suas locomoções nas economias instáveis e nos corpos mudos, integrando teoria textual e ação física. Uma rara oportunidade de conhecer a vida e as declarações, desta incrível pensadora do corpo.

“Um olhar bem humorado sobre o poder da linguagem e do pensamento.
Até que ponto as teorias podem justificar as ações humanas e explicar a arte e a vida…”

ELIANA CARNEIRO
É atriz, dançarina e uma encenadora que montou e dirigiu mais de 20 espetáculos de dança- teatro no Brasil, se apresentando em várias cidades brasileiras e participando de Festivais Internacionais na Espanha, Portugal, Itália e Nova Iorque. Dois de seus espetáculos solos Anada e Antígonos receberam o Prêmio APCA de Melhor Espatáculo de Dança, também tendo sido indicada ao Prêmio Shell Melhor Atriz São Paulo, bem como, vários outros prêmios e indicações para suas atuações em cinema e algumas de suas montagens.
Eliana trabalhou com os diretores Gerald Thomas e José Celso Martinez Corrêa e possui uma especialização em Dança e Teatro Experimental da New York University.
Seus últimos espetáculos de dança-teatro tem sido direcionados ao público infanto juvenil para o qual também escreve e ilustra livros. Recentemente dirigiu, atuou e roterizou o curta metragem Capitão Nazo e a série de 12 filmes video /clips sobre diversidade intitulada Todo Tipo de Gente para o Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente.

www.elianacarneiro-arte.blogspot.com

Sarah Ferreira
“Sincrotonia”
Ano: 2008
Duração: 11 min.
Coreografia: performers
Direção: Sarah Ferreira

Sincrotonia

Sarah Ferreira
Florianópolis, Brazil
Artista- pesquisadora envolvida nas diversas poéticas que surgem da relação entre dança, corpo, movimento, câmera e edição. Investiga as relações entre a dança e a internet, videodança e educação. Este videodança é resultado da Oficina de Videodança, ministrada pela artista como parte de sua pesquisa de conclusão da graduação em Licenciatura em Artes Cênicas na UDESC/SC.

http://www.saritz5.blogspot.com/
http://oficinavideodanca.blogspot.com/

02/10/2009 at 6:56 pm Deixe um comentário

Setembro

Laura Virgínia e Sirley Farias
“De Água Nem Tão Doce Assim”
Ano: Julho/2006
Duração: 7 min.
Coreografia: Laura Virgínia
Direção: Sirley Farias

Patrícia Siqueira e Júlio Martins
“Chão”
Ano: 2007
Duração: 9 min.
Coreografia e intérprete-criadora: Patrícia Siqueira
Direção: Júlio Martins

"Chão"

Patrícia Siqueira é atriz e bailarina. Atualmente desenvolve trabalhos nas áreas de dança, teatro e vídeo, visando a interação dos mesmos .Foi integrante da Cia de Dança Movimento –BH, tendo se apresentado em diversos países. Premiada como melhor bailarina de Minas Gerais pelo Sesc/Sated em 2000, pelo trabalho em “Terra Brasilis”. Estudou teatro no Galpão Cine Horto- BH. Seu último trabalho cênico foi a intervenção urbana “Proibido Deitar”, direção Rita Clemente e orientação de Antonio Araujo. Se apresenta em encontros de improvisação intermídia como “Improvisões” e teatro pós-dramático “Arte Expandida”. Criou e interpretou as videodanças “Fabricando Nuvens” e “Dentre”, festival Tápias RJ. Criou e interpretou os solos “2 momentos” e “Estado Líquido”, para o evento “1,2 na Dança” em BH e a videodança “2 momentos” ,festival Tápias RJ e festival de inverno de São João Del Rei e Tiradentes– MG.

Júlio Martins é artista plástico, fotógrafo, videomaker e historiador da Arte. Formado em Belas Artes pela Escola Guignard – UEMG com especialização em Fotografia e Pintura, e em História pela UFMG . Atualmente é mestrando em História da Arte pela Escola de Belas Artes – UFMG. Desde 2003 se dedica ao estudos do corpo (História do Corpo, Performance Art, Dança Contemporânea, entre outros). A Bolsa de Iniciação Científica do CNPq com o título “O Corpo como referência motivadora para o estudo da expressão artística contemporânea”, teve uma parte publicada no livro “Manifestação Internacional de Performance” . Publicou também “História do Corpo e Performance Art: aproximações”, nos anais do XV Encontro Regional de História da ANPUH-MG. Como artista, participou de várias coletivas em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Belém, desde 2001. Em 2004 participou da 8a Mostra Interna da Escola Guignard, quando foi agraciado com o “Prêmio Escola Guignard”.

Kika Nicolela e Letícia Sekito
“A/TRAVÉS (crossing)”
Ano: 2003
Duração: 9 min.
Coreografia: Letícia Sekito
Direção: Kika Nicolela

"A/TRAVES"

Kika Nicolela
Graduada em Cinema e Vídeo pela ECA/USP em 2000, Kika Nicolela fez especialização em direção na UCLA (University of California in Los Angeles).
Seus vídeos foram exibidos e premiados em festivais em mais de 30 países, entre os quais destacam-se: Videoformes (França), Kunst Film Biennale (Alemanha), ACA Media Arts Festival (Japão), VAD Festival Internacional de Vídeo i Arts Digitals (Espanha), Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil (Brasil), AluCine Toronto Latin@ Media Festival (Canadá) e Exis Experimental Film & Video Festival (Coréia).
Em 2005, lançou o longa-metragem documentário Fala, Mulher!, que recebeu o prêmio de Melhor Filme nos festivais CineEsquemaNovo (Porto Alegre) e Cineport (Portugal), além de ter sido indicado pela UNESCO ao Breaking The Chains Award.
Já participou de aproximadamente 60 exposições individuais e coletivas no Brasil, Canadá, Espanha, Alemanha, EUA, França, Portugal, Finlândia, Polônia, Escócia, e Suécia, com vídeo-projeções, instalações e fotografias.
Foi ganhadora do Apoio à Produção de Artes Visuais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, do Programa de Difusão e Intercâmbio Cultural do Ministério da Cultura, do Programa de Exibições do Centro Cultural São Paulo e do Incentivo à Produção da Semana de Artes do Recife. Também foi finalista do EMPAC Dance Movies Commission, do Prêmio Sergio Motta e do Prêmio Nascente Artes Visuais.
Desde o início de 2008, Kika Nicolela é curadora e coordenadora do projeto colaborativo Exquisite Corpse Video Project, que conta com a participação de mais de 60 artistas de 20 países diferentes, e tem sido exibido internacionalmente.
Em 2009, a artista foi selecionada para a residência artística Sumu, na Finlândia (fevereiro/março 2009) e para o Programa de Exposições do Centro Universitário Maria Antônia.

Letícia Sekito ?
Diretora e dançarina da Companhia Flutuante, artista independente, trabalha com improvisação, criação coreográfica e performance. Fez sua formação no C.E.M – Centro em Movimento, Lisboa(90-96). Tem interesse na relação entre corpo e cultura na dança, como nas criações para solo Disseram que eu era japonesa (CCBB), Eu disse: (Rumos Itaú Cultural Dança e ProAc 2008) e O Japão está aqui?(SESC, Expo Tokyogaqui). Tem parcerias com a dançarina Luciana Bortoletto, a video-artista Kika Nicolela, o sonoplasta Jorge Peña, os músicos Camilo Carrara e Natália Mallo, o fotógrafo Gil Grossi e os iluminadores André Boll e Ligia Chaim. Desde 2004, recebe apoio cultural da Fundação Japão para dar continuidade ao seu processo artístico. Fez 1 residência artística e apresentou-se no Japão, no âmbito da comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil 2008. Recebeu a Bolsa Rede Stagium 97, Prêmio Estímulo de Dança 2003, prêmios ProAC de Circulação 2006 e 2008.Trabalhou no Estúdio Nova Dança de 1997 a 2006, fez parte da Cia Nada Dança, diretor Maurício Paoli Vieira e foi co-fundadora da Cia 2 Nova Dança, diretora Adriana Grechi.

http://lesekito.multiply.com
www.vimeo.com/kikanicolela
www.dilemastudio.com

Manuela Andrade
“Não Campanha”
Ano: 2008
Duração: 6 min.
Coreografia: Iara Sales
Direção: Manuela Andrade

"Não Campanha"

Manuela Andrade participou do curso de Cinema de Guerrilha(2006) ministrado pelo professor Tiaraju Aranovich que concluiu os estudos no Institute of the Arts em Los Angeles e já deu aulas na USP; no qual foi produzido um videoclipe e um curta-metragem. Além disso teve aulas com o roteirista do filme Cabra-Cega, de Di Moretti(2007) e o preparador de elenco Sérgio Penna (Bicho de Sete Cabeças, Contra Todos). Manuela Andrade que no final do ano de 2008 concluiu o curso de jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco, já dirigiu a videodança Não Campanha, o documentário Marias sobre o movimento de mulheres no Estado e participou como diretora de arte do videoclipe Ladeira da Orquestra Contemporânea de Olinda dirigido por Marcelo Pichito. Atualmente estagia como pesquisadora e assistente de direção e produção na produtora de Orquestra Cinema nos projetos São (curta-metragem de ficção), Homem-Planta (curta-metragem de animação) e Dinâmica de Grupo (longa metragem de ficção) de Pedro Severien. Manuela atua ainda como terceira assistente de direção do longa-metragem dirigido por Taciana Oliveira A Descoberta do Mundo, sobre a escritora Clarice Lispector. Além disso, ela se encontra na fase de pré-produção do curta metragem Rien Pour Toi, o qual roteirizou, dirige e produz.

Iara Sales, intérprete-criadora, performer, pesquisadora e arte-educadora em Dança contemporânea. Graduada em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e integrante, desde 2006, do Grupo CoMteMpu’s Linguagens do Corpo (Salvador/ BA): “Um grupo de Zezas (co-criadores) que investigam linguagens corporais exercendo a sua dança frouxa: um sistema de co-criação coreográfica desenvolvido a partir de estudos de acasos, improvisação e autonomia para o corpo que dança”, onde exerce a função de co-criadora, além de ser responsável pela organização e produção do Grupo. Exerce também trabalhos com Criação Gráfica, ilustração, cenário de espetáculos de dança, direção de arte e produção.

http://www.flickr.com/photos/naocampanha

http://www.flickr.com/photos/iarasales

Breno César
“Hemocromatose”
Ano: 2007
Duração: 14 min.
Coreografia: Romero Motta
Direção: Breno César

"Hemocromatose"

BRENO CÉSAR
Pernambucano, fotógrafo, artista plástico e videasta. Formado em Arte e Mídia pela UFCG. Cursando especialização em Estudos Cinematográficos na UNICAP. Atualmente sou integrante da Cia. Etc., em Recife-PE, na qual desenvolvo vídeos. Tive alguns trabalhos premiados entre curta metragens e fotografia.
O primeiro contato com dança surgiu quase por acaso quando recebi um convite em 2002 para dirigir um vídeo-cenário em um espetáculo de dança na Paraíba. Comecei a freqüentar os ensaios e depois participei de aulas. Assisti a um filme chamado “Rosas danst Rosas”, de Tierry De Mey, e me apaixonei pelo formato, pois vi neste tipo de filme que poderia me expressar fazendo entrecruzamentos das linguagens que admiro bastante: a imagem poética, o movimento como construção de signos, e a música.
A partir de então comecei a estudar e produzir videodanças e vídeo-cenários na Paraíba e Pernambuco.

ROMERO MOTA
Romero Mota iniciou sua carreira como bailarino em 1988 na cidade de Campina Grande, onde desenvolveu sua técnica de dança contemporânea. Em 1995 criou a Mah cia. de Dança com a qual realizou os espetáculos “Desejos”, “Alvará”, “Percurso” e “Viagem ao Território”, tendo obtido vários prêmio em festivais do Brasil, a exemplo do XII Festival de Dança do Rio de Janeiro e do III Fenart (Festival Nacional de Arte) nos quais recebeu os prêmios de Melhor coreografia contemporânea e Revelação Masculina em dança, respectivamente.
Participou como bolsista da Rede Stagium em 1998 e do projeto Laboratoire (Residência Coreográfica na Philippe Saire cie de Danse, Lausanne, Suíça) em 2000. Também fez parte do Rumos Itaú Cultural Dança 2001, com o espetáculo Percursos.
Atualmente, desenvolve um trabalho solo de pesquisa em movimentos que já desencadeou em dois trabalhos, “Exilado” (seu primeiro trabalho solo, premiado em 2002 com Melhor coreografia contemporânea paraibana). E “Iantra” fez parte da mostra de vídeos do Rumos Itaú Cultural Dança 2003.Em 2005 foi coreógrafo do espetáculo teatral Inferno com o qual recebeu o prêmio de melhor coreografia para Teatro na Paraíba.

www.flickr.com/photos/brenocesar

06/08/2009 at 8:35 pm Deixe um comentário

Classificados!!!!

ANUNCIE !!!!!!! Dia 06 de dezembro seu vídeo pode ser exibido!

Você quer produzir um videodança ?
Precisa e procura um Dançarino? ou se você Dançarino, procura um Videomaker?

Aqui é o Lugar!
Deixe um comentário com o seu Anuncio!!!

31/07/2009 at 9:05 pm 1 comentário

Workshop- Videodança e Mídias Democráticas

O workshop tem como proposta revelar as possibilidades do vídeo encontradas em mídias e ferramentas simples e que estão presentes em nosso cotidiano como: camêras fotograficas e aparelhos celulares, edição em sofware livre como o moviemaker encontrado na maioria dos computadores pcs.

Serão realizados três encontros: Setembro, Outubro e Novembro antes de cada exibição,( apartir das 14horas) com a duração de 3 horas cada, num total de 14 horas ( encontros + exibição)
Os encontros serão ministrados por : Rita Tatiana Cavassana. (Graduada em Comunicação das Artes do Corpo. Realiza a Pesquisa Vid.br para o Acervo Mariposa.)

Setembro 06: Apresentação teórica da linguagem e primeiros experimentos.

Outubro 04: Experimentos com dispositivos de baixa tecnologia. Como: celular, câmeras de computador e câmeras fotográficas. Convidado: Danilo Dilettoso.

Novembro 08: Princípios de Produção, roteiro e edição de imagem. Convidado: André Martinez.

Inscrição por mail ate dia 4 de setembro: rita@acervomariposa.com.br ( nome, e peq. curriculo).

27/07/2009 at 7:53 pm Deixe um comentário

Confira a programação de Agosto!

Cia. Vitrola Quântica
“Água”
Ano: 2008
Duração: 3 min.
Direção, câmera e edição: Daniel Augusto
Coreografia: Aline Bonamin e Júlia Abs
Intérpretes-criadoras: Aline Bonamin e Júlia Abs

Cia. Vitrola Quântica
“Hora Absurda”
Ano: 2008
Duração: 4 min.
Direção, câmera e edição: Aline Bonamin
Coreografia: Júlia Abs
Intérprete-criadora: Júlia Abs

"Água" - Cia. Vitrola

Sobre a Cia. Vitrola Quântica:
A Cia. Vitrola Quântica é uma companhia jovem, mas que já está no seu quinto espetáculo, e ganhou pelo menos dois prêmios importantes na área da dança (Funarte Klauss Vianna e Fomento à Dança da Prefeitura de São Paulo). Tem três integrantes principais em seu núcleo criador (Aline Bonamin, Julia Abs e Daniel Augusto).
A característica principal do trabalho coreográfico da companhia é a experiência do limite e do risco, elaborada a partir do contato com bailarinos do grupo belga Ultima Vez, de Wim Vandekeybus, e com a educação somática. Desse cruzamento, tiraram uma experiência original e singular, que desenvolvem há cinco anos com apoio da Universidade Anhembi Morumbi, onde a companhia é residente.
Outro ponto importante do trabalho da Vitrola Quântica é a interdisciplinaridade: rock, cinema, grafite, moda urbana, e muito mais, são elementos poéticos fundamentais na concepção de seus trabalhos.
A Vitrola Quântica produziu, além dos espetáculos, cinco vídeos-dança, um videoclipe, e realizou seu primeiro curta-metragem, com apoio do British Council.

Link: http://vitrolaquantica.blogspot.com/

Cia. Balagandança
“Em Outro Pé”
Ano: Julho/2006
Duração: 11 min.
Coreografia: Dafne Michellepis
Direção: Kiko Ribeiro e Dafne Michellepis

"Em Outro Pé" - Balangandança

Sobre a Cia. Balangandança:
Criada em 1997, a Balangandança Cia. une arte e educação para discutir a linguagem corporal da criança com trabalhos originais.
A proposta é desenvolver uma linguagem de dança contemporânea dirigida às crianças, respeitando-as como espectadores participativos e resgatando o lado lúdico, saudável e criativo do corpo. Os trabalhos são feitos por meio de pesquisas sobre o cotidiano infantil e sobre as danças populares brasileiras, investigando a relação entre composição coreográfica e improvisação. Desde 1997, quando foi criada, a companhia apresenta no Brasil e exterior, os espetáculos “Brincos e Folias”, “Entranças”, “Roda Pé” e “O Tal do Quintal – brincadeiras, medos e sonhos”, além dos videodanças “Pé de moleque” e “Em outro pé”.
Palestras, Mesa Redonda e Oficinas de Dança também são ministradas para crianças, dançarinos, educadores e público em geral. Os temas variam em torno de explanações teóricas e/ou práticas sobre Dança e Educação para crianças, produção artística e processos criativos da Balangandança Cia.

Link: http://www.poeodedoaqui.art.br/
(blog de discussão sobre dança contemporânea para crianças)

Núcleo Alpendre
“San Pedro”
Ano: 2005
Duração: 14 min.
Coreografia: Andréa Bardawil
Direção: Alexandre Veras e Eduardo Jorge

"San Pedro"

Sobre o Núcleo
Configurado numa organização não-governamental, o Alpendre surgiu como idéia num grupo de estudos que reunia oito artistas, de diferentes áreas. Em comum, nenhuma produção ainda. Apenas o interesse pela contemporaneidade, pelas questões urbanas, e por alguns referenciais teóricos que perpassavam os trabalhos individuais de cada um, tais como Ítalo Calvino, Nietzsche, Gilles Deleuze e Félix Guattari, Walter Benjamim, Win Wenders, Artaud, Eugênio Barba, dentre outros.
Em 1999 o Alpendre passa a existir como espaço físico, situando-se num galpão antigo restaurado, na Praia de Iracema, reduto boêmio de Fortaleza.
O espaço Alpendre articulou-se em Núcleos: Artes Plásticas, Vídeo, Fotografia. Literatura e Dança. Mais tarde, assumido o interesse pela área de Formação, surgiu também o núcleo de Cultura e Cidadania.

Para mais infos acesse:

http://doquesepodedizer.blogspot.com/2009/03/alpendre-dentro-e-fora.html

http://grupodeestudodancalpendre.blogspot.com
http://ciadaarteandancas.wordpress.com

24/07/2009 at 7:12 pm Deixe um comentário

2a. Mostra de videodança Lanterninha.

A Mostra de Videodança Lanterninha é uma parceria do Cine Olido, Núcleo de Dança da Galeria Olido e do Acervo Mariposa. Consiste em promover 5 encontros com o público, que acontecerão em um domingo por mês a partir do mês de agosto/2009, sempre ás 17 horas a entrada é gratuita.

Cada encontro terá sua própria temática e bate-papo após a exibição dos vídeos:

02 Agosto Companhias que produzem vídeos vinculados à pesquisa de seus espetáculos.

06 Setembro Dançarinos e videoartistas que trabalhem na fronteira da dança, performance e vídeo.

04 Outubro Dançarinos-videomakers que realizem seus próprios vídeos.

08 Novembro Fronteiras Dançarinos e Videomakers que transitam entre a danca e outras linguagens.

06 Dezembro Novos videosdanças e videos produzidos nos Workshops promovido pela mostra.

O que a Mostra pretende é gerar espaço para apresentação da linguagem e disponibilizando ao público em geral discussão sobre vídeo e dança.

Vindo de encontro com o que o Acervo Mariposa tem como proposta para a dança; disponibilizar o conhecimento de dança acumulado através do tempo, fazendo da história um objeto presente com o qual o público pode conhecer, relacionar-se, por conseguinte, ampliar sua experiência com a dança.

O Acervo conta com a parceria da Creative Commons, ferramenta internacional de gerenciamento de direitos autorais em um novo sistema de Copyleft no qual o autor escolhe os símbolos de liberação do seu trabalho.

15/07/2009 at 7:39 pm Deixe um comentário


Categorias

  • Blogroll

  • Feeds


    Seguir

    Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.